O que um detetive particular pode ou não pode fazer

O que um detetive particular pode ou não pode fazer

A função de um detetive particular é vista pelas pessoas como uma profissão cinematográfica, devido a representações dessa figura em obras da dramaturgia e do entretenimento. Na vida real, no entanto, nem tudo que é mostrado em obras fictícias se aplica. Um detetive precisa seguir uma série de normas e regras para exercer a profissão.

Quem deseja seguir na área precisa, portanto, saber o que um detetive particular pode fazer e o que não pode. Nem tudo que o glamour dado pelos filmes a essa profissão sugere é permitido, e um detetive particular não é uma autoridade como a polícia. Veja melhor o que é permitido fazer e o que não é.

Detetive particular: o que ele pode fazer

Ao conduzir investigações, sejam elas conjugais, familiares ou empresariais, um detetive particular adotará algumas medidas que irão levar seu trabalho adiante, na intenção de conseguir colher provas. São atitudes adequadas e que não ferem a ética profissional, como por exemplo:

Observar hábitos do cotidiano

O detetive particular precisará observar a rotina da pessoa investigada, seja ela um cônjuge que é suspeito de cometer traição, uma babá que pode estar maltratando uma criança ou um funcionário que tenha cometido fraudes em uma empresa.

Para realizar essa tarefa corretamente, é indispensável que o profissional aja com discrição. O sigilo é fundamental em qualquer investigação e a pessoa investigada não pode descobrir que está sendo observada. Uma certa distância do alvo sempre deve ser mantida.

Trabalhar em conjunto com as autoridades

Quando trata-se de um caso que também está sendo investigado pela polícia, o detetive particular pode ajudar as autoridades na investigação, por exemplo, conseguindo descobrir provas que os policiais até o momento não foram capazes de encontrar. Isso, é claro, desde que tenha autorização para fazê-lo.

Coletar informações com uso de tecnologias

Na busca por evidências em qualquer caso que esteja trabalhando, o detetive pode se beneficiar de um serviço de monitoramento através do uso de variadas tecnologias, coletando informações que podem vir a ser usadas como provas.

O que não fazer

Apesar de estar apto a “entrar” na vida das pessoas que investiga, o detetive também precisa obedecer certos limites, e não cometer nenhuma ação ilícita ou que vá ferir a ética da profissão. Veja, portanto, o que é proibido:

Grampear celular

O grampo de celular ou de qualquer outra natureza invade a privacidade do suspeito e é considerado crime, portanto, não pode ser feito.

Quebrar sigilo

O detetive particular não pode quebrar o sigilo do caso. Não pode contatar a imprensa e dar declarações sobre a investigação que está fazendo em específico. O máximo que pode ser feito em contato com a mídia é contar sobre o que é a sua profissão. Detalhes sobre casos, clientes e demais pessoas envolvidas são confidenciais.

O sigilo vale até mesmo para declarações que não sejam públicas, ou seja, fora da mídia. Por isso, não deve comentar sobre nenhum caso nem com seus amigos e familiares.

Desrespeitar leis

A atuação de um detetive particular não o diferencia de outro cidadão perante a lei. Ou seja, ele não pode, apenas por deter informações confidenciais, ameaçar, chantagear, subornar ou coagir ninguém. O suspeito, por mais que seja investigado e possa ter cometido um crime, também precisa ter seus direitos respeitados.

Detetive particular de qualidade é na Elite Detetives

Na Elite Detetives nós dispomos de uma equipe capacitada de profissionais que irão saber como agir em qualquer situação. Podemos ajudar em investigações empresariais, familiares e conjugais. Entre já em contato e tire suas dúvidas.

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