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Como saber se o suspeito está mentindo

Um detetive precisa discernir os fatos verdadeiros dos falsos e, muitas vezes, as provas só chegam por meio de testemunhos entre os envolvidos no caso, o que pode gerar relatos verdadeiros como mentirosos. Um profissional precisa identificar quando o suspeito está falando a verdade ou faltando com ela, e há métodos para descobrir isso. Abaixo dicas preciosas para descobrir. Confira:

Interrogatório

As emoções não se encaixam

Mesmo se o que um suspeito estiver dizendo na chamada parecer verdadeiro, seu tom é uma grande dica. Por exemplo, uma atitude calma ao relatar uma invasão de domicílio pode indicar que algo está errado, porque a maioria das pessoas são histéricas nesse tipo de situação.

Não responder "sim" ou "não"

Uma pessoa inocente normalmente irá responder a perguntas com um “sim” direto ou um “não”. Não é assim para os criminosos.

Quando perguntado "você está envolvido nesse crime?" Eles são suscetíveis a dar uma longa resposta como "Eu juro pela alma da minha mãe e todos os meus filhos eu não." Essa é uma maneira de enganar.

Muitos detalhes

Um criminoso geralmente planeja cuidadosamente sua história com antecedência, antecipando que vai finalmente falar com os detetives particulares. Uma declaração com muitos detalhes sobre o suspeito, como o que eles fizeram naquele dia, é uma bandeira vermelha porque mostra que a pessoa dedicou muito cérebro em sua história.

Mentir sobre pequenas coisas

Mesmo as declarações mais inócuas podem revelar inconsistências. Uma conversa suspeita de assistir a um programa de televisão em sua declaração de álibi, mas confirmar posteriormente que o show não foi ao ar naquela noite. Mentiras sobre pequenas coisas geralmente culminam em maior evidência contra o acusado.

Referindo-se a uma pessoa desaparecida no passado

A maioria das pessoas têm esperança de que o seu ente querido será encontrado vivo. Referindo-se a uma pessoa no passado, dizendo: "Eu realmente a amava" ou "ele e eu estávamos muito bem'', pode ser incriminador.

Dizendo "huh?''

Quando a polícia faz uma pergunta direta, como "Você roubou esses itens?", um suspeito culpado, muitas vezes, finge não ouvir, a fim de parar e chegar a uma história. Em vez de responder a uma pergunta muito direta eles dizem "huh?", ou "o que você quer dizer?".

Prestativamente oferecendo outra explicação

“Existe uma outra explicação”. Essa é clássica. Um suspeito, muitas vezes, tenta enganar detetives colocando outra pessoa suspeita no radar do inquérito. O que virou moda no Brasil como “delação premiada” (que às vezes funciona a contento, às vezes não). Se uma pessoa nega um sequestro, mas menciona um homem assustador em uma van, é importante para ver se há qualquer outra evidência de outra pessoa existente. Se não houver, as chances são de que o suspeito inventou uma história para desviar a culpa.

A maioria dos criminosos se destrói com as suas próprias declarações. Os que são absolvidos, apesar de amplas evidências, são "sociopatas'' o suficiente para convencer-se de que as mentiras são a realidade. É assombroso, porque existem pessoas “enlouquecidas” o suficiente para acreditar em suas próprias mentiras.

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