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Um olho no peixe, o outro no suspeito

Mestres em colocar essa expressão popular na prática, os detetives particulares ainda causam fascínio nas pessoas. Muito provavelmente, essa admiração (e por que não, um certo receio) tem muita fundamentação nos grandes filmes de mistério, onde profissionais especializados descobriam todo tipo de traição, principalmente entre empresas – mas acabava sempre aparecendo uma traição conjugal no enredo, também.

Detetive Particular

Atualmente, este tipo de filme ainda chama a atenção com roteiros cada vez mais complexos, mas eles acabam revestindo a profissão do detetive com um glamour que, na vida real, provavelmente nem exista. Orçamento por livre demanda, carrões, roupas caras, joias, mulheres, tecnologia exclusiva e arqui-inimigos nem sempre (quase nunca?) constam no rol de ações de um profissional dessa área tão misteriosa.

Na vida real

Um detetive, na vida real, definitivamente não chama a atenção como os dos filmes, e o motivo é simples: se chamar a atenção, gera desconfiança – e se gerar desconfiança... pronto. Fica praticamente impossível ele concluir seu trabalho, sendo necessário acionar outra pessoa.

Este profissional precisa ser absolutamente discreto, passar pela rua ou andar pela empresa como se fosse uma outra pessoa qualquer, de maneira que o investigado agirá na certeza de não estar sendo observado – ou seja, uma hora, ele será pego no flagra e terá suas atitudes registradas de alguma forma pelo detetive particular. Registrar como?

Via tecnologia. Um detetive sempre tem uma forma de fazer registros visuais do fato flagrado com algum dispositivo, seja uma câmera fotográfica comum, superzoom, de celular ou mesmo mini-câmeras que podem ser escondidas em malas, lenços, gravatas, canetas, etc.. Você certamente já viu coisas do tipo na internet, ou mesmo em matérias investigativas na TV, não é? Pois saiba que se o detetive particular é bom no que faz, não há quem perceba que ele está fazendo registros naquele momento. É simplesmente impossível detectar a câmera, ou o momento em que ela foi usada.

Quem contrata?

Não é difícil imaginar. Alguns anos atrás, a “investigação” de casos extra-conjugais virou moda por causa de um programa de TV onde um dos pares, desconfiado do companheiro, sugeria ao programa que a fidelidade do mesmo fosse colocada à prova. Desde então, as redes sociais ganharam muita força e pipocaram sites com “dicas para saber se seu parceiro(a) está te traindo”. Não precisa mais nada: uma simples desconfiança, mesmo infundada, já basta para algumas pessoas contratarem detetives para que descubram se tem alguma infidelidade em andamento.

Mas detetives não são chamados só para este tipo de caso. É muito comum que sejam contratados para checar suspeitas de espionagem industrial e empresarial. Estes profissionais são habilitados para descobrir se algum sócio ou empregado está vazando informações privilegiadas – ou mesmo confidenciais – para algum concorrente.

É comum que eles sejam contratados, também, para localizar pessoas e realizar investigações familiares (por exemplo, por problemas com o gerenciamento que um dos membros está fazendo com um patrimônio em comum da família). São várias as situações onde um profissional desta área pode atuar.

Quando uma ocorrência, em qualquer desses casos, é descoberta, o detetive não faz fofoca dele para seu contratante. Além de descobrir o que está acontecendo, ele registra tudo. São provas fotográficas, documentais, em áudio e qualquer outra forma que ele consiga para provar que o flagrante foi feito. Do contrário, de nada adiantou tanto trabalho. E não é coisa de um dia! Muitos trabalhos levam semanas, meses para serem concluídos. E por ser um serviço tão especializado e demorado, não é coisa que saia barata.

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